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LAR DE NAZARÉ

O Lar de Nazaré vai, em breve sair das fundações.
Antes de erguer uma construção é necessário fazer os alicerces e estes só aguentarão o edifício se estiverem assentes na rocha firme.
Um dia deixar-se-ão de ver, mas são o suporte. Acontecerá também com todos os andaimes, tão preciosos para ajudar, mas um dia são retirados para o entulho.
Toda a obra que se vai erguendo tem carradas de lições para quem a olha com alma e coração.
O nome que foi dado a esta obra é cheio de significado, aponta algo para além do visível e este terá de ser visto no sentido crescente e não como algo que se acaba no tempo.
Ao mesmo tempo que cresce a estrutura, todos nós teremos que dar a "alma" e essa não é configurada ao material por mais extraordinário que ele seja.
Assim, o sonho tem que partir do trabalho, mas não se pode confinar com o último acabamento. Numa casa isso também pode acontecer e deve, e se não é essa a experiência é porque tudo se comprou e nada se recriou ou inovou, tudo fica reduzido aos metros quadrados ou à mobília que se adquiriu, mesmo sendo de "estilo".
Uma obra que é de todos e que é de Deus tem de ser olhada com a alma, para nela se ter o coração e se poder amar, afectiva e efectivamente. A pessoa é quem dá grandeza ao que sai das suas mãos...
Há muitas opiniões sobre o modo de se desenhar ou fazer uma obra como esta, mas o importante é quem a idealizou tenha posto todo o seu saber e arte, como aconteceu com o Lar. Resta-nos, para além do sonho, colaborarmos e pedirmos colaboração, pois isto é que é o visível de todo ou de toda que tem coração, é inteligente e ama a sua Paróquia.
Como escreveu o poeta: "Deus quer. O homem sonha. A obra nasce." Não paremos.




2011-03-25 | Pe. Domingos

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