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A NOSSA PARÓQUIA

Quase 22 anos que sou da Maia. Há quem diga que é Maiato de gema.. Tenho perguntado o que é que isso quer dizer e muitos são os que me dizem: “Sou porque nascido aqui…” e em muitos é bem verdade pois nada mais dizem da Maia a não ser o que está escrito no BI.
Penso que ser Maiato é amar a Maia, é colaborar em tudo quanto á Maia diz respeito; é ser generoso, caridoso, delicado e dedicado, ou melhor ainda, é amar a Maia afetiva e efetivamente (usando o acordo ortográfico). Ser Maiato é preciso prová-lo e esta prova só é dada pelas boas acções e pelo bem fazer pelos outros.

Como é que alguém, até vivendo num rumo novo de vida, pode dizer que vive na Maia e responda: Eu não dou para as Festas, pois não gosto dos foguetes, do carrilhão dos sinos, … E são tão incoerentes que passeiam pelas ruas a apreciar tudo… Será que vivem do rendimento mínimo de inserção eclesial… E por vezes ao bateram à porta da Igreja exigem como se a Igreja fosse supermercado “à borla”.

E quando por vezes paro e ouço falar das nossas coisas há quem parece que veio “amanhã”, porque não têm consciência do hoje, que é bem visível, e muito menos do passado não distante e falam das coisas como se nada conhecessem e como quem por cá vai andando e se vai desculpando…
Nunca se teve isto… aquilo… outros é que são…têm…
Tenho consciência do que houve, há e vai sendo novidade. Encheria umas folhas e fá-lo-ia não como vanglória mas como Padre que ama os seus Paroquianos como familiares e irmãos em Cristo e que proclama a verdade para bem de todos e para despertar muitos. Isto vai desde a Catequese, aos grupos de Jovens, ao Coral de Jovens, ao BAR JP, ao Campismo em Cabreiros com um grande grupo de jovens, aos Jovens Universitários, às realizações de Festas Inovadores, Pastoral Vocacional e Familiar, aos trabalhos com a construção da Igreja de Nossa Senhora da Maia e Restauro da Igreja de Nossa Senhora do Bom Despacho, hoje Santuário, que é dum alcance que a maior parte da Maia ainda não conseguiu ver, as Janeiras, os convívios, as Peregrinações, o Jornal S. Miguel da Maia que é posto nas mãos no 2º Domingo de cada mês, desde o dia 8 de Dezembro de 1989, os vários Cursos; as Oficinas de Oração e Vida, os CPMs,as Festas…

Um dia irei elencar tudo para que o pó da memória deixe de ocultar o que de bom se deve celebrar com verdadeira comunidade cristã. Por vezes fico pasmado pelo ignorar do que é visível e, como se sabe, é pecado ignorar a verdade.

Informe-se se tem andado distraído.
Mas para mim é também e muito custoso saber que alguns cristãos são mudos e surdos… dizem com quem diz mal e não corrigem…
Eu sei que para alguns sou o responsável do que não há, pois o que há é fruto deles.
Até quem bate ás portas para falar das festas lá ouve uma ou outra imprecação contra o Padre… Faz parte do meu ministério.
E a respeito do Lar de Nazaré, ignoram, não viram o que está feito e pensam que é para o Padre…
Sobre o Lar, em breve desabafarei alguma coisa que tenho armazenado…
Tenho a dizer-vos, com verdade que a Missão de Padre é missão divina e que o meu grande suporte é Deus Pai, Filho e Espírito Santo, Nossa Senhora e o Beato João Paulo II e outros santos, mas também a amizade forte, sincera de muitos amigos, mas alguns têm-no sido com a capacidade que só a Fé dá.

2011-07-01 | Pe. Domingos

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